Durante muito tempo, o treino de alta intensidade foi tratado como um atalho para a performance. O raciocínio parecia simples: mais potência, mais VO₂máx, mais resultado. Mas, com o tempo — e com a maturidade da ciência do esporte — essa visão foi se tornando mais cautelosa. Porque o que se descobriu foi que nem todo ganho fisiológico se traduz em desempenho real. E nem toda intensidade gera adaptação útil.
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