Frequência cardíaca: O que o coração conta e o que ele esconde.
A variabilidade da frequência cardíaca pode ser uma excelente ferramenta para o ciclista.
No ciclismo, medir tornou-se uma forma de conhecer. A cada rotação do pedal, há sensores em busca de dados: potência, velocidade, cadência, elevação, tempo. Mas existe um número que pulsa com o próprio corpo: a frequência cardíaca. Durante décadas, ela foi a principal bússola de intensidade. Mais recentemente, sua variabilidade — a HRV, ou VFC em português — passou a ser vista como uma janela ainda mais sensível para o que acontece dentro do atleta. A pergunta é: até onde ela realmente ajuda? E o que devemos considerar para não nos perder nos próprios números?



