O coração do ciclista e a ilusão da precisão
O que os sensores podem registrar — e o que ainda depende de escuta e contexto
Nas últimas décadas, a relação entre tecnologia e treinamento esportivo mudou de escala. O que antes dependia de laboratórios e cabos de eletrodo agora cabe em um anel, em um relógio ou em uma pulseira. Os wearables tornaram-se onipresentes — e com eles, a promessa de que cada batimento, cada variação, cada respiração pode ser medida, traduzida e interpretada como se o corpo fosse uma planilha perfeitamente previsível.



