A pesquisa em esportes de resistência insiste em nos colocar diante de um dilema moderno: confiar cegamente nos números que piscam no relógio ou aprender a escutar o sinal mais sofisticado que existe — a percepção de esforço. Em um cenário cada vez mais mediado por dados, pode parecer quase ingênuo defender o “sentir” como ferramenta principal. Mas a ciência, curiosamente, tem ido exatamente nessa direção.
Substack é o lar da grande cultura



