Depois de mais de duas década trabalhando com ciclistas de diferentes níveis, aprendi que a chave para o desempenho não está nos extremos. Ela está no conjunto. Está na consistência que atravessa as semanas, na clareza dos objetivos ao longo de anos e na coragem de não se perder atrás de atalhos. À medida que fui ganhando experiência como treinador, fui percebendo um padrão comum entre os atletas que realmente se desenvolvem: eles treinam muito, mas não qualquer coisa, e não de qualquer jeito.
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